Eine guter und interessanter text über Rassismus! Nahm sich die Zeit ins Deutsche zu übersetzen und erzielte auf meinem Faceebook - von Felipe Kolz facebook!
Ihr Auto ist JAPANER. Ihre Pizza ist ITALIENISCH. Ihre Kartoffel ist DEUTSCH. Ihr Wein ist CHILENISCHEN, SÜDAFRIKANISCHEN. Ihre Demokratie ist GRIECHISCH. Ihr Kaffee ist BRASILIANISCH. Ihr Tee ist TÜRKISCH. Ihre Mode ist FRANZÖSISCH. Ihr Hemd ist INDER. Ihre Schuhe sind THAI. Ihre Elektronik ist CHINESISCH. Ihre Wodka ... ist RUSSISCH. Und Sie beschweren sich, dass Ihr Nachbar ... ...... ist ein EINWANDERER? Reiß dich zusammen! Kopieren Sie, wenn Sie sich gegen Rassismus!
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Mittwoch, Dezember 08, 2010
Donnerstag, August 26, 2010
Resi, i hol di mit meim Traktor ab!
Wolfgang Fiereck (Bayerisch)
Refrain:
Resi, i hol di mit meim Traktor ab,
Resi, mit dem, da mach i niemals net schlapp.
Und dann spui i Mundharmonika,
denn romantisch bin i ja a.
Du wohnst glei hinter Truderring,
auf'm Bauernhof.
Und weil i in der Stadt drin wohn,
find'st mi von Haus aus doof.
Doch bei mir ham glei bei dir,
alle Glocken gleit.
Hörst mi net kumma, hörst mi net brumma,
Madel, hast für mi Zeit?
Refrain
I hock droben auf'm Schleudersitz,
koana holt mi auf.
Lachend wirst vor der Haustür sthen,
und i ziag die zu mir nauf.
Du wirst sehn, dass i so stark
wiera Traktor bin.
Dann bleibst für immer, runter wuist nimmer,
mia fahrn irgendwo hin
Refrain:
Resi, i hol di mit meim Traktor ab,
Resi, mit dem, da mach i niemals net schlapp.
Und dann spui i Mundharmonika,
denn romantisch bin i ja a.
Du wohnst glei hinter Truderring,
auf'm Bauernhof.
Und weil i in der Stadt drin wohn,
find'st mi von Haus aus doof.
Doch bei mir ham glei bei dir,
alle Glocken gleit.
Hörst mi net kumma, hörst mi net brumma,
Madel, hast für mi Zeit?
Refrain
I hock droben auf'm Schleudersitz,
koana holt mi auf.
Lachend wirst vor der Haustür sthen,
und i ziag die zu mir nauf.
Du wirst sehn, dass i so stark
wiera Traktor bin.
Dann bleibst für immer, runter wuist nimmer,
mia fahrn irgendwo hin
Mittwoch, Juli 14, 2010
Músicos de Schwabenland
Ich bin ein Musikante
und komm aus Schwabenland.
Wir sind die Musikanten
und kommen aus Schwabenland.
Ich kann spielen,
wir können spielen.
Ich kann spielen,
wir können spielen
auf dem E-Bass,
auf dem E-Bass.
und komm aus Schwabenland.
Wir sind die Musikanten
und kommen aus Schwabenland.
Ich kann spielen,
wir können spielen.
Ich kann spielen,
wir können spielen
auf dem E-Bass,
auf dem E-Bass.
Montag, Mai 12, 2008
Casa interativa em alemão
Aprenda alemão numa casa interativa em Flash! Desenvolvido pelo Goethe-Institut! Clique AQUI e divirta-se!
Montag, April 14, 2008
324 deutsche Verben
Verb-Tabellen wichtiger deutscher Verben. Konjugation im Aktiv (Präsens, Präteritum, Perfekt, Futur I und teilweise Konjunktiv II). Mehr als 2000 Beispielsätze mit portugiesischer und englischer Übersetzung zeigen den Gebrauch der Verben.
Tabelas de conjugação de 324 verbos alemães importantes. Conjugados no ativo (Presente; Pretérito imperfeito; Preterito perfeito composto; Futuro do presente composto; Pretérito imperfeito no subjuntivo). Mais de 2000 mil frases traduzidas em português e inglês, mostram o uso dos verbos.
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Samstag, Juli 08, 2006
Suábio: lacônico e diminutivo

O suábio tem fama de pão-duro. Dizem que economiza até nas palavras, pois é monossilábico e gosta de falar tudo no diminutivo. O dialeto falado em Baden-Württemberg e em partes da Baviera é cultivado por grande parte da população, em todas as suas variantes regionais.
Mir schwätzet schwäbisch, dizem os suábios. E seu dialeto soa como língua padrão aos seus ouvidos. Eardäpfel ou Aidäpfel, Grombire ou Grumbire: pode até faltar batata, mas por falta de nomes para “batata“ é que eles não vão morrer na “terrinha“. Mas suábio nem sempre é suábio: o dialeto muda de figura de lugar para lugar e, quanto maior a distância entre as regiões, maior a diferença.
“Suabíssimo“: o mundo suábio
O suábio pertence ao dialeto alemânico, assim como o francônio. É falado não só na Suábia, mas também em certas regiões da Baviera. Seria um erro reduzir o dialeto suábio ao Estado de Baden-Württemberg.
As diferenças entre o suábio e o alemão padrão são enormes. O dialeto tem não apenas centenas de palavras próprias, como uma gramática e uma melodia peculiares. Metafonias como Ö e Ä praticamente não existem: König (“rei“) vira Keenich, schön (“bonito“) vira scheen. Ou seja, em vez de Ö se pronuncia E; e em vez de Ü se articula I: ein Stück Fleisch é ein Stick Fleisch.
De forma geral, a língua soa mais larga e clara. Isso se deve aos vários ditongos gerados na fala dialetal: die mutter ist müde (“a mãe está cansada“) é dia muader isch miad. Além disso, muitas vogais são nasalizadas, algo raro no alemão.
Semelhança com outros dialetos
Como no saxônio, consonantes surdas se tornam sonoras, ou seja, P, T e K viram B, D e G, respectivamente. E existem ainda mais semelhanças com outros dialetos. No suábio também falta o genitivo, geralmente substituído pelo dativo: das Haus meines Vaters (a casa do meu pai) vira Meim Vattr sei Haus (literalmente: “ao meu pai, a casa“).
As formas diminutivas são o que mais chamam atenção na “terrinha“ (Ländle): Mädchen (menina) é Mädle, Tür (porta) vira Türle. Até coisas pouco agradáveis ficam menos graves com o sufixo –LE: Er hat ein Schlägle gehabt (“ele teve um derramezinho“), o que soa um pouco menos grave do que se ele tivesse tido um derrame...
Suábio é difícil de aprender. Quem não cresceu na região dificilmente vai conseguir falar sem sotaque. Muita coisa simplesmente imitada é um erro e não corresponde à fala original. Por exemplo, quem imita tende a pronunciar SCH toda vez que aparece um S, a característica que chama mais atenção neste dialeto.
No entanto, as coisas não são tão simples assim. O lingüista Arno Ruoff, de Tübingen, explica que, na combinação ST, continua se pronunciando S em palavras onde originalmente existia uma vogal entre as duas consoantes: em alemão antigo, Obst (fruta) era Obest; por isso não se pronuncia Obscht, mas sim Obst.“ Mas nem os próprios suábios são perfeitos na pronúncia...
Médico ou operário, todo mundo fala suábio

Suábio não é falado apenas pelas pessoasmais simples. Mesmo que cada vez mais suábios procurem falar a língua padrão (algo a que são obrigados nas escolas e universidades), sempre dá para ouvir o sotaque. O professor Hermann Bausinger, antigo diretor do Instituto Ludwig Uhland da Universidade de Tübingen, conta que foi dar uma conferência em Hamburgo e, ao encerrá-la, uma senhora veio até ele e disse: “Eu poderia continuar ouvindo o senhor falar durante horas e horas.“ Lisonjeado, ele já queria revidar, quando a mulher completou: “Adoro ouvir suábio“.
Hoje o suábio já não pertence aos dialetos menos apreciados na Alemanha. Mas durante muito tempo as coisas eram diferentes. Os suábios sempre eram mencionados como os parvos do país. Isso, apesar de eles não terem nenhum motivo de se envergonhar de suas origens. As antigas dinastias de soberanos alemães como os Staufer, Welfen, Hohenzollern e Habsburger eram todos suábios. Isso contribuiu para que o dialeto influenciasse a língua alemã.
Hoje há diversas palavras que só são entendidas pelos suábios. Ou há termos que têm um outro significado em dialeto. Para os suábios, um Teppich (“tapete“) nunca é colocado no chão, a não ser quando se faz piquenique; afinal, nessa região Teppich significa “toalha de mesa“.
Schaffe schaffe, Häusle baue
O suábio tem fama de ser pão-duro. Mas a verdade é que ele presta atenção no que gasta. Em outras palavras, é econômico. Um povinho muito amável, embora muitas vezes um pouco esquisito.
Schaffe schaffe, Häusle baue (Trabalhar, trabalhar, para construir uma casa) – este é o ditado (formulado em dialeto) que os alemães mais associam aos suábios. Nessa região não se concentra apenas o maior número de bancos imobiliários, mas também o maior número de gente que economiza para construir uma casa. Jogar dinheiro pela janela pagando aluguel é uma coisa que os suábios não suportam. Para construir uma casa, vale tudo: deixar de fazer férias e economizar todo centavo. Isso simplesmente faz parte da cultura.
A Suábia já foi muito pobre. Sobretudo na região de Schwäbische Alb, havia muitos pequenos agricultores que viviam à beira da subsistência e aprenderam a lidar com seus recursos de forma cuidadosa.
Tudo passa pela boca
Mas há uma coisa que é mais importante que a casa própria: a comida. Em quase nenhum outro Estado alemão se come tanto quanto na terrinha dos suábios: “Vamos fugir para a Suábia. Deus do céu! Lá se encontram os melhores doces e tudo de melhor, em fartura... É lá que se assa o pão com manteiga e ovo“, já dizia Johann Wolfgang von Goethe, sem poupar elogios à cozinha suábia.
Também se diz que o suábio não é dos mais faladores. Em compensação, é um mestre da quintessência verbal. Consegue resumir frases inteiras em uma ou duas palavras, em casos extremos num mero Joh (“sim“) ou Noi (“não“). E existem sutilezas que só mesmo iniciados conseguem distinguir. Se alguém estiver à espera de que um suábio arregace as mangas, um Joh expressa uma clara anuência. Se ele responder Joh glei (“Sim, já-já“), pode demorar um bom tempo para ele se tornar ativo. Mas cuidado: Joh, joh significa mais ou menos lass mir doch mei Ruh (“vê se me deixa em paz!“). E com isso o suábio falou e disse.
Progresso e política de boa vizinhança
Os suábios também têm fama de inventivos. Afinal, quem não tem muito é obrigado a se virar com pouco. Mesmo que eles sejam meio desconfiados em relação a novidades, não são avessos ao progresso. O primeiro automóvel utilizável foi inventado por Gottlieb Daimler. Hoje a Mercedes é conhecida no mundo todo. O conglomerado automobilístico é sediado em Stuttgart, capital do Estado de Baden-Württemberg.
Por fim, não se pode esquecer do “amor“ inato dos suábios pelos vizinhos badenenses. Desde 1952, ambos convivem num mesmo Estado, criado pela junção das duas regiões. Mas, mesmo assim, eles não se toleram. Os badenenses convictos lutaram durante anos pela criação do Estado independente de Baden. Mas num plebiscito realizado em 1970, 80 por cento dos badenenses optaram por permanecer junto com os suábios no Estado de Baden-Württemberg. A ambos só resta cultivar a política de boa vizinhança...
Um pequeno glossário do suábio:
A bissle – ein wenig – um pouco
Ade – Auf Wiedersehen – adeus
äbbes – etwas – algo
Au des noh ! – Auch das noch! – Só faltava essa!
Bräschdleng – Erdbeere – morango
Dag – Tag – dia
En Guada – Guten Appetit – Bom Apetite!
Gässle – kleiner Weg – viela
Gaul – Pferd – cavalo
Gschäft – Laden, Arbeit – loja, trabalho
Hudla – etwas ganz schnell machen – fazer algo rápido
Krumbiere – Kartoffel – batata
Mädle – Mädchen – menina
Mugg – Fliege – mosca
noi – nein – não
schaffa – arbeiten – trabalhar
schwätza – reden – falar
Viertele – ein Glas Wein – um copo de vinho
Xälz – Marmelade – geléia
Zwetschga – Pflaumen – ameixas
© 2006 Deutsche Welle
Montag, Juli 03, 2006
Saxônio: a língua de Lutero

O saxônio é um dos dialetos com maior grau de rejeição entre os alemães. Muitos saxônios até se envergonham de seu falar. Isso, apesar de serem os que falavam o alemão mais exemplar. Lutero não traduziu a Bíblia para o alemão e sim para o saxônio.
Já na Idade Média, a Saxônia era uma região em ascensão. Pessoas de todos os cantos do território de língua alemã migravam para lá às enxurradas. E cada um trazia consigo um falar próprio. Da confusão babilônica acabou se desenvolvendo uma língua unitária de intercâmbio, o chamado "alemão forense de Meissen" (Meissner Kanzleideutsch). E como as vias de comércio da Europa se cruzavam na Saxônia, o dialeto local era entendido em quase todo o Sacro Império Romano de Nação Germânica.
Prussianos contra saxônios
Lutero não traduziu a Bíblia para um alemão qualquer, mas sim para o saxônio. E assim elevou o dialeto a língua standard. O prussiano também se apropriou do vocabulário e da gramática do saxônio, só que pronunciava as palavras de outro jeito, como o alemão padrão.
O resto é história. A Prússia derrotou a Saxônia na Guerra dos Sete Anos, em 1763. Com isso, a Saxônia perdeu o papel de modelo cultural. A partir de então, a língua oficial passou a ser o
alemão padrão.
E os novos soberanos não estavam nem um pouco interessados em manter o prestígio saxônio da forma que fosse. E foi assim que a Saxônia começou a ser ridicularizada.
Preguiça de falar direito?
"A língua dessas pessoas ofende meus ouvidos!", escrevia o dramaturgo Franz Grillparzer no século 19, chegando a ponto de comparar o som do saxônio com o coaxar dos sapos. A comparação não é das mais certeiras. Os saxônios não coaxam, apenas deixam as palavras escoarem da boca, num leve murmúrio. Outras más línguas dizem que este dialeto surgiu da preguiça de falar. O saxônio tende a encurtar e abreviar as palavras. Haben wir ("temos") ou sind wir ("somos") viram hammer e simmer.
Além disso, uma regra básica para se falar saxônio direito é não abrir demais a boca. A tende para O – Orbeit em vez de Arbeit ("trabalho") –, e O tende a virar U – Oufen em vez de Ofen ("forno").
Outra coisa é que os saxônios não sabem diferenciar CH de SCH, de modo que é impossível distinguir Kirche ("igreja") de Kirsche ("cereja"). Desoladora é a ortografia nas redações de escolares saxônios. As crianças se admiram de descobrir que Disch ora é escrito Tisch ("mesa"), ora Dich ("te"). Tudo soa do mesmo jeito... Sonoros vencem surdos!

No entanto, a regra básica para falar saxônio é "de Weechn besiechn de Hardn" (literalmente: "os suaves vencem os duros"). Traduzindo: as consoantes sonoras vencem as surdas. P se transforma em B, K em G, T em D. Portanto, se um copo cair no chão, está gabudd (e não kaputt, "quebrado"). A razão disso é que os saxônios abdicaram de qualquer "aspiração". Ao serem pronunciadas, as consoantes P, T ou K sempre são seguidas de um H aspirado. Sem esta aspiração, estes fonemas são impronunciáveis. Como os saxônios não sabem aspirar, a única saída é pronunciar as consoantes surdas como se fossem sonoras. Estas não precisam de aspiração.
Quem se acostumar com a pronúncia não tem dificuldade de entender o saxônio. Lexical e gramaticalmente, este dialeto é bastante parecido com o alemão standard – ou melhor, foi o alemão padrão que derivou do saxônio... A mentalidade dos saxônios é tão peculiar como seu dialeto. Muitos forasteiros e alguns nativos dizem que o saxônio soa primitivo. Esta é uma afirmação, contudo, cuja objetividade dificilmente pode ser atestada pelos pesquisadores de dialetos. Afinal, gosto não se discute. E além do mais: pode-se falar o que for do saxônio, mas simplório é que ele não é.
Os saxônios são criativos. Basta ver tudo o que inventaram: a porcelana européia, o filtro de papel para café, os patins in-line... Os saxônios são educados. Para isso há razões históricas. Habitantes de uma região de alto movimento comercial, onde de situa há muito tempo a maior feira do mundo, a de Leipzig, eles criaram o hábito de tratar os visitantes com cortesia e respeito. E os saxônios também são conhecidos pela esperteza: sabem se virar e aproveitar o momento certo.
Com estas três qualidades – criatividade, polidez e esperteza –, os saxônios foram longe! Economicamente, a Saxônia é o Estado mais importante no território da antiga Alemanha Oriental, uma remota lembrança dos velhos tempos. No século 19, a região progrediu a ponto de se tornar o espaço econômico mais moderno e inovador da Alemanha.
Um importante motor da industrialização era a indústria têxtil de Chemnitz, a "Manchester saxônia". Até hoje, a estrutura econômica de Chemnitz é marcada pela indústria pesada.
"O que se produz em Chemnitz é vendido em Leipzig e o dinheiro é torrado em Dresden", diz um antigo ditado, resumindo a distribuição regional de trabalho... Os resultados da ostentação dos regentes saxônios podem ser apreciados até hoje em Dresden. A cidade abriga um exuberante patrimônio artístico: antigos e novos mestres da pintura, porcelana, esculturas, jóias. Não é para menos que o filósofo alemão Johann Gottfried Herder batizou Dresden de "Florença alemã".© 2006 Deutsche Welle
Atlas de Dialétos (o que sempre quis postar)!
A muito tempo eu juntava um material assim para postar, mas nunca era exatamente o que eu realmante gostaria! A partir dos próximos posts, farei uma verdadeira viagem lingüística pela Alemanha, mostrando as principais variações regionais do idioma alemão, tais como o dialéto Saxônio, Suábio, Baixo-alemão, Kölsch, Dialeto de Hessen, Hamburguês, Berlinense, Bávaro e o Alemânico. antes que alguém me lembre, eu não esqueci: o alemão tem exatamente 32 dialétos e é claro, eu não achei tudo sobre todos! Mas os principais estarão aí! Guter Messwert!!!!
Créditos á: © 2006 Deutsche Welle
Créditos á: © 2006 Deutsche Welle
Montag, Juni 26, 2006
Die Deutschekirche - Schöenstatt

Em 1914, quando rompia a primeira guerra mundial Pe. José Kentenich era o Diretor Espiritual no Seminário Palotino em Schenstatt, próximo ao rio Reno e à cidade de Vallendar- Alemanha.
Grande devoto de Maria Santíssima, considera-a como a Educadora dos Cristãos e a colaboradora oficial de Cristo na Obra de Redenção.Com as dificuldades da guerra o grupo de jovens seminaristas orientados por ele, ficou sem um lugar próprio para par seus encontros, por isso começou a reunir-se numa Capelinha abandonada, nas proximidades do seminário.
Pe. Kentenich ousou expor a idéia que muito tempo trazia em seu coração. Não seria possível que através das orações, sacrifícios e o esforço na educação pessoal e comunitária a Mãe de Deus fosse atraída à pequena capelinha e esta se tornasse um Santuário de graças?
Todos os que ali chegassem para rezar deveriam experimentar suas glórias e receber graças de transformação interior. Assim convidaram nossa Senhora a estabelecer-se nesta Capelinha.
Com esse compromisso chamado Aliança do Amor, deu-se a fundação do Santuário e da Obra Internacional de Schoenstatt em 18 de outubro de 1914. Pelo apostolado e testemunho cristão dos jovens durante a guerra, o movimento tornou-se conhecido por muitos .
Hoje o movimento de Schoenstatt está presente em mais de 82 países e em todos os continentes com mais de 180 Santuários, onde pela especial presença de Cristo e Maria formam-se pessoas e comunidades capazes de lutar pelo Reino de Deus.

O fundador de Schoenstatt
Pe. José Kentenich nasceu em 18 de Novembro de 1885 na Alemanha . Nos primeiros anos de trabalho apostólico fundou sua obra, a Família Internacional de Shoenstatt.
Em 1941foi preso pela GESTAPO(Polícia Secreta do Nacioanl Socialismo) e enviado ao campo de Concentração de Dachau, onde permaneceu até 1945.
Ali deu testemunho eloqüente de profunda fé em Deus, este tempo difícil foi uma prova que fortaleceu ainda mais a sua obra de vida.
Todas as grandes fundações passaram por grandes dificuldades. Assim em 1951, o Pe. Kentenich foi separado de sua obra e enviado a Milwaukee (U.S.A).Ali comprovou, de modo exemplar, o seu amor e fidelidade à igreja.
Em 1965 retornou a Schoenstatt onde dedicou todas forças para consolidar sua fundação, já espalhada pelo mundo inteiro.
Pe. Kentenich faleceu aos 83 anos, no dia 15 de setembro de 1968 , logo após celebração da Santa Missa. Sua obra continua a desenvolver-se num dinamismo constante, no empenho por viver com fidelidade a missão recebida de Deus.
No Brasil, um testemunho genuíno do ser Shoenstatiano, foi dado pelo Peregrino e Diácomo João Luiz Pozzobom, romeiro do Santuário de Schoenstatt em Santa Maria.
O Sr. João recebeu uma imagem da Mãe Admirável e compreendeu que este presente era a missão de sua vida. A partir de então, caminhou mais de 140.000 quilômetros, levando a Mãe de Deus a vários lugares.
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