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Montag, November 22, 2010

Ой, то не вечер - Russian Folk Song

Ой, то не вечер, то не вечер.
Ой мне малым малом спалось.
Мне малым мало спалось,
Ой да во сне привиделось...

Мне во сне привиделось,
Будто конь мой вороной
Разыгрался, расплясался,
Ой да разрезвился подо мной.

Ой, налетели ветры злые.
Да с восточной стороны
Да сорвали темну шапку
Ой да с моей буйной головы.

А есаул догадлив был,
Он сумел сон мой разгадать.
Ой, пропадет, он говорил,
Твоя буйна голова.

Ой, то не вечер, то не вечер...
Ой, мне малым мало спалось,
Мне малым мало спалось,
Ой, да во сне привиделось.

Freitag, November 19, 2010

Nuno Mindelis - Teatro do SESC - 18/11/10

Quita feira morna, rotineira, sem nada de diferente. Eis que lembro-me que haveria uma apresentação de Nuno Mindelis, o maior guitarrista de Blues do Brasil. Lugar, horário e preço bom! De acordo com as minhas circunstâncias subjetivas momentâneas, cheguei à conclusão que seria muita burrice da minha parte não ir (OK Rodrigo??)! =P

Foi um dos R$10,00 mais bem investidos da minha vida! Eu, com uma cacetada de coisas da faculdade para estudar, não conseguia relaxar! Até começar o show! E que se frise: foi um SHOW, lato sensu! Pois não apenas a performance, mas também a interação com o público foi nota 1000! Nuno Mindelis e sua banda conseguiram reunir num só espetáculo tudo que um grande artista deve ter: simpatia, qualidade, interatividade com os espectadores, performance, versatilidade e humildade! Apesar de ser a grande estrela, o guitarrista sempre exaltava os companheiros! Nada mais justo, pois Kosta Matevski (Baixo), Endrigo Bettega (Bateria) e Flavio Naves (Hammond) também são grandes músicos.

Com um repertório recheado de B.B. King, Jimi Hendrix, entre outros, do Jazz-Blues ao verdadeiro “Blues canalha”, a qualidade do espetáculo não poderia ser melhor. Focando mais no álbum Free Blues, as suas músicas próprias ganharam destaque na apresentação, sendo muito bem executadas. Esse, que por sinal, foi outro ponto forte da noite: o grande desempenho da banda!

Aproximando-se do final, o gesto que foi o ápice da simpatia do guitarrista: Nuno Mindelis desceu do palco e subiu as escadas da platéia, para tocar ao seu lado, enquanto o restante da banda permanecia no palco! Depois, deu a volta pelo hall de entrada do teatro e desceu as escadas pelo outro lado! Neste momento, ele parou do meu lado! Puxa, eu estava a 30 centímetros de um dos melhores músicos do mundo, olhando para ele com cara de bobo, babando em cima daquela Gibson SG, empunhando os braços, dizendo através de mímicas: “vai lá, detona!!!!” Tudo isso executando um solo maravilhoso de B.B. King! Simplesmente sensacional!

Como disse anteriormente, foram apenas R$10,00, mas pagaria R$100,00! Faltou lugar no Teatro do SESC - de fato, tinham muitas pessoas sentadas nas escadas! Foi prova de que, embora o funk e o sertaNOJO universitário estejam na moda, os fãs da boa música são mais fiéis! E acho que isso se agrava em Curitiba! Para os dois lados! Para mim, o espetáculo foi simplesmente maravilhoso! E que venha novamente!

Montag, Oktober 25, 2010

Kotipelto: After The Rain

Como a chuva que cai
E tudo é cinza
Então as folhas caem
E logo apodrecem
Quando houver dor, haverá luz
E logo o sol brilhará
Iluminará a noite
E tudo está bem

Se a chuva lavasse
Toda a lágrima de seus olhos
Você poderia encontrar o caminho de volta na noite mais escura
Você ainda choraria?

Há tristeza em seus olhos
Mas ainda você é tão forte
Eu segurarei você em meus braços
Acariciarei você com minha canção

Donnerstag, September 30, 2010

Casal suéco luta para batizar filha de "Metallica"!

No final do expediênte, antes de desligar o computardor, resolvi dar uma olhadinha - de praxe - no site da BBC. Não imaginei me deparar com tamanha bizarrice. Depois de publicar aqui mesmo que um sueco conseguiu pensão do governo por ouvir Heavy Metal (leia a matéria completa), eis que me deparo com outro caso bizarro na Suécia: pais que lutam para batizar a filha de Metallica!

Além da justiça sueca afirmar que o nome é inapropriado, outro fundamento chama atenção: já existe uma pessoa na Suécia cujo segundo nome é Metallica!

De acordo com o site da BBC, um garoto de nome Brfxxccxxmnpcccclllmmnprxvclmnckssqlbb11116 – que se pronuncia, segundo os pais, como Albin – foi rejeitado pelas autoridades em 1996. Fora assim escolhido em protesto às leis suecas.

No entanto, em 2005 foi concedido o direito de registro do nome Oliver GOOGLE Kai, por seu pai, Kelias Kai, ser um grande profissional da área de informática...! Quanta bizarrice!

Donnerstag, August 26, 2010

Resi, i hol di mit meim Traktor ab!

Wolfgang Fiereck (Bayerisch)

Refrain:
Resi, i hol di mit meim Traktor ab,
Resi, mit dem, da mach i niemals net schlapp.
Und dann spui i Mundharmonika,
denn romantisch bin i ja a.

Du wohnst glei hinter Truderring,
auf'm Bauernhof.
Und weil i in der Stadt drin wohn,
find'st mi von Haus aus doof.
Doch bei mir ham glei bei dir,
alle Glocken gleit.
Hörst mi net kumma, hörst mi net brumma,
Madel, hast für mi Zeit?

Refrain

I hock droben auf'm Schleudersitz,
koana holt mi auf.
Lachend wirst vor der Haustür sthen,
und i ziag die zu mir nauf.
Du wirst sehn, dass i so stark
wiera Traktor bin.
Dann bleibst für immer, runter wuist nimmer,
mia fahrn irgendwo hin

Mittwoch, Juli 14, 2010

Músicos de Schwabenland

Ich bin ein Musikante
und komm aus Schwabenland.

Wir sind die Musikanten
und kommen aus Schwabenland.

Ich kann spielen,
wir können spielen.

Ich kann spielen,
wir können spielen

auf dem E-Bass,
auf dem E-Bass.

Montag, Oktober 05, 2009

Da para ouvir Heavy Metal e mais alguma outra coisa?

Como é bacana perceber o quanto éramos idiotas (pior se fosse ao contrário)!!! Dando uma olhada em posts antigos, de 2005 pra ser mais exato, me deparo com um deles dizendo que eu não necessito ouvir outros estilos de música a não ser o Heavy Metal, e falando mau dos manos!!! Claro, ainda continuo a falar mau deles, pois são todos uns filhos da puta mesmo, mas hoje eu escuto muita coisa além do Metal! Até porque eu nunca tinha visto metaleiro que dança em folclore! Mas acreditem, no Einigkeit tem pelo menos 3, contando comigo! E o interessante de tudo isso é que não precisamos deixar de curtir algumas coisas para curtir outras! Mas eu não pensava assim antes!

Claro, estão loucos para saber o que eu escuto além do Heavy Metal, não é? Pois como já disse, a música folclórica ganhou uma grande parte da minha atenção! Não somente a alemã, mas a muisica folclórica européia em geral! Gosto muito de ouvir Enya (que não deixa de ser folk), Cocteaus Twins, Juli, Gate, Bethoven, Vivaldi... até um pouco de música gauchesca eu estou aprendendo a escutar. Além de várias novas bandas, que sempre surgirão.

Freitag, Oktober 02, 2009

Folk Metal

Uma das características mais legais do heavy metal (e do rock de uma forma geral) é a capacidade de “fundir” estilos. Por conseqüência disso, surgem milhares de rótulos para tentar explicar para o ouvinte como é o som de uma banda. De alguns anos para cá não é raro se deparar em revistas de metal com o rotulo que é o assunto desse artigo, “Folk Metal”.

A primeira dificuldade para se definir o que é esse tal de “folk metal” é definir o que exatamente é a música “folk”. A mídia costuma confundir muito (de forma justificável) o significado do rotulo “folk”, por que ele tem realmente mais de um significado. Por exemplo, se você perguntar para um fã de Bob Dylan ou Joan Baez o que é música folk, certamente ele ira responder que se trata de músicas cantadas com violão e com letras sociais. Mas no caso do “folk metal” a palavra “folk” refere-se a música folclórica de um país qualquer.

Outro ponto em que o público de metal costuma confundir-se é na diferença existente entre a música medieval e a música folclórica. A música medieval é a música de um período histórico e a música folclórica é a música de um determinado povo não importando a época. Apesar disso a música do período medieval ainda estava muito ligada à música do povo (folclórica) , e a linha entre a música erudita e a música popular era muito tênue, então para quem não ouviu muitas vezes a música medieval é fácil confundi-la com a música folclórica dos celtas, por exemplo.

Vou expor aqui algumas definições bem superficiais sobre tópicos de interesse para os que curtem folk-metal:

Música Celta: O termo música celta é muito controverso, pois os celtas como povo identificável não existem mais. Existem, sim, os povos em que a influência dos celtas é mais visível, como nas chamadas sete nações celtas: Escócia, Irlanda, Pais de Gales, Bretanha (região da França) , Galícia (Espanha) , Cornualha (Inglaterra) e a Ilha de Mann (Grã Bretanha) , assim como os paises que sofreram influência desses povos, tais como os EUA e o Canadá (em sua região Norte). Confunde-se muitas vezes a new age com a música celta, mas o fato é que esse estilo tem muito pouco em comum com a música tradicional. A música tradicional celta é composta por danças tais como as reels, as jigas, valsas, marchas, entre outras, que podem ser tocadas por violinos, acordeons, flautas, whistles (espécie de flauta irlandesa) , banjo (usado mais nos EUA) , gaitas de foles, bodhran (instrumento de percussão) , etc. Existem também canções e baladas cantadas acompanhadas pelos instrumentos citados.

No predio da Reitoria da UFPR, perguntei a um gaiteiro da Bretanha o que era música tradicional celta, ele respondeu: “A música vem principalmente de uma região remota da Grã Bretanha. Os bretões (franceses) vieram do sul da Escócia (estreito de Clyde) , de Lancashire, e do País de Gales. Assim todos esses povos mantiveram influências em comum. A música continuou em alguns aspectos alheia à influência moderna. Porém, 95% da música consiste de influencia pós –barroca”.

Gaita-de-Foles: O instrumento mais comumente associado ao mundo celta é a gaita-de-foles. Porém o instrumento foi pela primeira vez tocado no Oriente Médio, espalhando-se mais tarde por quase toda a Europa. Por isso não se espante se você encontrar gaiteiros em paises nada célticos como a Bulgária ou Hungria, pois a gaita de foles era (ainda é) um instrumento muito comum e cada cultura a utiliza de seu próprio modo.

Música dos paises nórdicos: A música dos países de cultura viking (Dinamarca, Suécia, Noruega e Islândia) consiste de danças como a polka (polca) e o schottish entre outras. Nos dias de hoje utiliza-se muito o acordeon e o violino, porém instrumentos mais antigos como a gaita-de-foles e a harpa de boca (que produz um som parecido com o de uma mola!) ainda estão presentes na música folclórica desses países. Os finlandeses por terem origem fino-úgrica possuem cultura diferente dos demais paises nórdicos. A música do país é dividida em duas épocas; a antiga ou Kalevala (esse nome refere-se a saga épica dos finlandeses) em que eram utilizados o Kantele (espécie da harpa finlandesa) e o jouhikko (espécie de lira tocada com arco) ; e a época chamada “palimanni” em que a utilização do violino e de danças oriundas de outras partes da Europa (como a polca que tornou-se a Humppa finlandesa) são marcantes.

Música da Idade-Média: refere-se no inicio a músicas de cunho religioso como o canto gregoriano, que surgiu entre 750-850 d. c. provavelmente de origem romana, e acabou tornando-se o canto oficial da igreja católica. No século 14 com o surgimento do movimento “Ars Nova” foi introduzido o contra-ponto (sobreposição de melodias) à música. Da produção de música secular (não religiosa) na idade media destaca-se a música dos trovadores e as canções da obra imortalizada pelo compositor Carl Orff “Carmina Burana”.

Bandas de Folk Metal

Podemos considerar as bandas de folk rock do final dos 60, tais como o Fairport Convention, Steeleye Span, Albion Band como os avós do folk metal, pois foram eles os primeiros a colocarem guitarras baixo e bateria, enfim colocar certo peso na música folk, porem somente vinte anos após foi que o folk-metal surgiu. Vou procurar aqui apresentar algumas bandas que não somente apresentam letras ou alguns riffs que lembram música folclórica e (ou) medieval e sim tentar mostra o lado mais “folk” possível do metal para esclarecer melhor essa simbiose, e quem sabe despertar o interesse pela música medieval e folclórica nos ouvintes de metal. Ai vai a lista:

Skyclad: Os pioneiros do folk metal surgiram em 1990 quando dois integrantes da banda de metal tradicional Pariah, Steve Ramsey e Greame English) juntaram-se com o vocalista do Sabbat (banda de thrash). Logo no primeiro play da banda os rapazes incluíram duas faixas com a presenca de um violinista. Essas duas faixas tornaram-se então as músicas que mais chamaram a atenção do publico, fato que fez com que a banda contratasse uma violinista fixa. Apesar de o Skyclad ser considerado o pioneiro do folk metal suas influencias vão muito alem da música celta. Alem disso ao contrário da maioria das bandas do gênero as letras do Skyclad têm enfoque voltado para problemas políticos e assuntos pessoais.

Ragnarok: Chefiados pelo baixista, vocalista e desenhista de iluminuras saxãs Deörph (que na verdade se chama Martin) o Ragnarok (UK) chegou a ter um certo reconhecimento por aqui com o álbum “Domgeorn” lançado pelo Rock Brigade Records. A banda toca um black metal com influência da música celta e da música dos antigos saxões da Inglaterra. Os caras inclusive cantam na língua saxã que a muito tempo caiu em desuso. A gravadora vem prometendo o terceiro álbum do grupo faz um bom tempo mas até agora, só ficou na promessa.

Cruachan: Banda da Irlanda, que utiliza instrumentos como o whistle, o bódhran, harpa e o bazouki (um instrumento grego mas que também é utilizado na música irlandesa e escocesa). O Cruachan é uma das bandas em que a influência da música celta fica mais “na cara”. Os caras utilizam muitas vezes melodias tradiconais (como a marcha de Brian Boru) e as transformam no nosso conhecido heavy metal.

Subway to Sally: Banda alemã fundada em 1992. Os caras têm uma grande legião de fãs em seu país natal mas é desconhecida por aqui. Nos primeiros plays a banda era bem voltada para a música celta e cantava em inglês. Depois de alguns anos eles incorporaram influência de música medieval e colocaram muito mais peso no som, alem disso agora eles cantam apenas em alemão.

In Extremo: Outra banda alemã, o In Extremo pega canções e danças medievais e injeta uma mistura de punk e metal. Eles lembram bastante a última fase do Subway to Sally porem utilizam músicas tradicionais (sejam norueguesas ou anônimas medievais) com mais ênfase do que o Subway To Sally. O In Extremo não é uma banda completamente desconhecida por aqui.

Schandmaul: Para fechar a trinca de bandas folk metal da Alemanha temos esta que segue a linha dos outros dois somente, talvez um pouco mais comercial.

Bran Barr: Representante do folk metal na região “céltica” da Bretanha. Apesar da banda ser radicada em Paris, os caras fazem uma mistura de metal extremo com a música da Bretanha. Usam instrumentos como o bombarde (instrumento em forma de corneta que produz um som estridente, muito usado nas bandas folclóricas da Bretanha) e o bodhran.

Elvenking: Os italianos do Elvenking são relativamente famosos por aqui. Os caras tocam um heavy metal melódico com algumas influencias celtas. O ex-vocalista do Skyclad Martin Walkyier irá participar em algumas faixas do novo álbum da banda, que contará também com a presença de um novo vocalista (Kleid) substituindo Damnagoras, e um tecladista/violinista fixo (Elyghen)
.
Mago de Öz: Banda de Madrid (Espanha). Toca também um heavy melódico usando flautas e violino.

Tuatha de Danann: O representante do Brasil no estilo tem características muito peculiares. A parte folclórica da música dos mineiros do Tuatha é muito difícil de se identificar, não lembrando muito nem a música celta nem medieval. De qualquer forma o som é bem original e interessante. A banda também é a única do estilo que utiliza a flauta-doce (instrumento bastante usado na música medieval). Já lançou dois álbuns.

Finntroll: Os finlandeses do Finntroll surgiram em 97 quando resolveram juntar a energética humppa (espécie de polca finlandesa) com metal extremo. As letras da banda contam estórias de trolls atacando cristãos, trolls explodindo uma sauna finlandesa, etc. Viajem pura! Outro aspecto interessante é que apesar de a banda ser finlandesa as letras são em sueco (idioma completamente diferente do finlandês). A explicação para isso é que na verdade uma parte dos finlandeses que vivem nas regiões próximas a Suécia também falam sueco.

Storm: As pessoas por trás dessa banda são Fenriz do Darkthrone e Satyr do Satyricon. A banda toca canções tradicionais norueguesas com uma roupagem metal.

Otyg: Os suecos do Otyg começaram em 1995 como uma celebração da antiga música folclórica Escandinava. Eles utilizam violino e também a harpa de boca. Em sua formação o Otyg apresenta dois integrantes da banda Vintersorg, o próprio Mr. V (apelido de vocalista) e o guitarrista Mattias Marklund. Infelizmente depois de ter lançado dois ótimos álbuns (Älvefärd e Sagovindars Boning) Mr. V resolveu colocar o grupo “na geladeira” para se dedicar a seu (também excelente ) trabalho solo, com letras e sonoridade mais voltadas para o ramo matemático metafísico (apesar de seus primeiros play solos terem uma certa linha folk).

Metsatöll: Banda da Estonia (país localizado na região do Mar Báltico). A banda mistura (reparem que não é a primeira vez que utilizo essa palavra nesse artigo!) um heavy épico agressivo com cantos xamanisticos dos habitantes pré-teutonicos da antiga Estonia.

Balkandji: Banda muito curiosa que vem da Bulgária (conhece alguma banda de metal ou ate mesmo de rock de lá?). Junta o heavy metal com a riquíssima música tradicional búlgara. A música tradicional da bulgária destaca-se pelo seus tempos muito quebrados, 7/8, 11/8, fazendo os fãs de Dream Theater se morderem de inveja. Apesar da produção das músicas da banda ser meio “tosca”, é muito interessante.

Arkona:(em russo: Аркона) é uma banda russa de folk metal, formada em Moscou. Há uma grande influência do folclore russo e da mitologia eslava em suas letras, e sua música incorpora instrumentação tradicional russa. O nome da banda, "Arkona", é proveniente da última cidade-castelo eslava. A banda foi fundada em 2002 e até janeiro de 2007 já publicou quatro álbuns, um álbum-demo, uma coletânea e um concerto em DVD. A vocalista Masha "Scream" alterna entre linhas vocais suaves e até os guturais, no melhor estilo "Arch Enemy".

Korpiklaani: Antigamente, a banda se chamava Shaman, mas pela mudança de estilo da banda, seus integrantes decidiram alterar o nome para Korpiklaani, que significa Clã da Floresta em finlandês. De acordo com Jonne Järvelä, guitarrista e vocalista, a música de Korpiklaani é "músicas de Velho com uma Guitarra Heavy Metal na Finlândia.

Donnerstag, Oktober 30, 2008

A pedidos: Frade Metaleiro

É isso aí! Atendendo os clamores da turma 3608-2!!

Sonata Arctica - We Will Rock You (Live in Curitiba)

Hehehehe!!! Era eu e meus amigos que estavamos agitando a bandeira da Finlândia, bem no começo!!! Esse Tony Kakko é um figura!!!

Mittwoch, Oktober 01, 2008

O que os fãs de rock e suas vertentes pedem para beber em um bar?

Rock n' Roll: Pede qualquer coisa com alcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito.

Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.

Thrash Metal: Pede gasolina.

Power Metal: Pede uma poção mágica.

Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.

Black Metal: Pede sangue de uma virgem.

White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.

Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.

Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.

Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.

Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.

Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.

Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.

Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.

Emocore: Não sabe o que escolher e começa a chorar.

Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.

Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.

Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.

New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole

Indie Rock: Pede um refrigerante.

New Wave: Pede água.

fonte: Whiplash!

Freitag, Juli 11, 2008

Próximos Shows:






Dia 24/07: Tarja Turunen



Dia 05/11: Nightwish

Mittwoch, April 02, 2008

Timo Tolki confirma o fim do Stratovarius

É isso mesmo que diz o título: o Stratovarius não existe mais. Clicando aqui você podera ler a carta de Tolki que o anuncia na íntegra, em português. É uma pena, pois, com tantas bandas novas ruins, justamente uma boa encerra as atividades. Pelo que lí no comunicado oficial, as coisas não terminaram de maneira feliz (óbvio, do contrário, não tinham terminado). Mas no sentido de que estava rolando muita hostilidade entres caras. Leiam a carta e tirem as suas conclusões! No mais, o Stratovarius foi uma ótima banda enquanto durou! Vamos torcer para que os caras lancem bons trabalhos solos, que, por falar nisso, Tolki já está com uma banda nova. Ainda sem formação fixa, o Revolution Renaissance promete, segundo o mesmo, ser a continuação do legado do Stratovarius, que contará com Tobias Sammet (Edguy) e Michael Kiske (ex-Helloween) nos vocais!

Montag, März 31, 2008

Sonata Arctica - Hellooch, 28/02/08

Confesso que não sou um fã xiita do Sonata Arctica, embora goste muito do som deles!! É uma das bandas que mais ouço ultimamente. O Heavy Metal finlandês é, com certeza, o melhor da nova geração de bandas, tanto é que eu fui para o show com bandeira finlandesa! E o Sonata faz jus à isso. A performance deles é ótima! Mas o que eu achei ruim foi a qualidade técnica do som... não dos caras, mas dos equipamentos... o vocal e a guitarra estavam muito baixos... Apenas em Gravenimage é que eu pude ouvir os instrumentos em pura harmonia! Mas se nem no Iron Maiden o som estava tão bom, acho que não devemos exigir nada do Sonata!!

A performance do novo guitarrista, Elias Vijlianen, não deixa nada à desejar em relação ao fodônico Jani Limatainen! Ele possui o mesmo feelling e pegada de Jani! Confiram a formação da banda (Tony Kakko, Marko Paasikoski, Tommy Portimo, Henrik Klingenberg e Elias Viljanen) em algumas fotos do show de Curitiba!


Set List: In Black and White, Paid In Full, Victoria's Secret, Broken, San Sebastian, Shamandalie, Caleb, 8th Commandment, Black Sheep, Wolf and Raven, Fullmoon, It Won't Fade, Gravenimage, Don't Say a Word, The Cage/Vodka.

O show estava muito bom!!! Nota 9!!! Valeu pra galéra de RS e SC que marcaram presença!! E é claro, para nós curitibanos e todos do Paraná!!!


P.S.: galéra da UniBrasil!!!! Fotos: Daniel!

P.S.: Hoje faz 2 anos que fui no show do Helloween com minha namorada e com o meu pai!! Foi um dia inesquecível!!!

Montag, März 03, 2008

Andi Deris: ótimo vocalista

Texto original de 03.03.2008 - Publicado no dia 28.07.2010!

Michael Kiske canta pra caralho!!! Acho sensacional a fase dele no Helloween! Entretanto, a essencia Hard Rock dos vocais rasgados de Deris fazem com que o Helloween e o seu tradicionalíssimo Power Metal (ou Metal Melódico, como queiram) tenham uma característica única das bandas do gênero. Gosto muito delas, mas somente o Helloween tem essa peculiaridade! Graças ao Andi Deris!

E querem saber mesmo: tenho pena das viuvas do Kiske! Acho ridículo por parte de muitos aí ficarem xingando o Deris e dizendo que ele não canta nada (garanto que, para muitos desses, bons vocalistas são apenas Kotipelto, Sammet, Andre Matos e todo esse povo que gosta de soltar agudinhos)! Não há como comparar um com o outro, pois eles têm gêneros diferentes! É como comparar limão com melancía! É fácil dizer que a melancía é mais doce que o limão!! É fácil dizer que um vocalista de Power Metal canta mais alto do que um de Hard Rock! Difícil mesmo é um vocalista de Hard Rock mandar tão bem quanto o Deris numa banda de Power Metal!!!! Difícil também é o Kiske em carreira solo ser tão medíocre com tanto potencial, assim como também é difícil fazer uma caipirinha bem doce com o limão azedo... teoricamente, com a melancía não ficaria mais fácil???

Iron Maiden chega a Curitiba para o show de terça-feira

Pilotado pelo vocalista Bruce Dickinson, o "Ed Force One", avião que o Iron Maiden está usando em sua turnê mundial, já está em Curitiba.O "Ed Force One", o avião que traz a banda inglesa Iron Maiden, uma das mais influentes do heavy metal, pousou há instantes no aeroporto Afonso Pena, para delírio dos fãs presentes. Todavia, para decepção de quem está lá, Bruce Dickinson, Steve Harris, Adrian Smith, Dave Murray, Nicko McBrain e Janick Gers vão sair pelo setor de cargas e não terão contato direto com os fãs.

A banda vem para Curitiba para a turnê mundial "Somewhere Back in Time Tour", cujo show será focado nos clássicos álbuns Iron Maiden, The Number of the Beast, Piece of Mind, Powerslave, Somewhere in Time, Seventh Son of a Seventh Son e Fear of the Dark, sendo que este é o único álbum dos anos 90 que terá música no set list.
A "Somewhere Back in Time Tour" teve início em fevereiro, na Índia, passou por Japão, Austrália e agora chega à América Latina. Em São Paulo, o Maiden, como é chamado pelos fãs, tocou para mais de 40 mil fãs.

O Iron Maiden promete fazer um show antológico na capital paranaense.Apesar de serem chamados de "cinqüentões", o Iron Maiden continua com todo o gás e estão bem entrosados. Capitaneados pelo baixista e líder Steve Harris e pelo carismático vocalista Bruce Dickinson, a banda, que já tem mais de 30 anos de idade, faz muito sucesso junto aos fãs do gênero e influenciaram toda uma geração de bandas de Metal. Além disso, eles conseguem uma constante renovação de seus seguidores e é comum ver pessoal de mais de 30 anos misturados a adolescentes de 13 em seus shows.

A apresentação será na Pedreira Paulo Leminski, nesta terça-feira. Ainda há ingressos à venda e o preço é de R$ 160 e R$ 80 a meia-entrada. A abertura dos portões será às 14h e o show começa às 21h.

Lista das músicas do show

Intro - Churchills Speech1. Aces High (do álbum Powerslave)
2. 2 minutes to midnight (do álbum Powerslave)
3. Revelations (do álbum Piece of Mind)
4. The Trooper (do álbum Piece of Mind)
5. Wasted Years (do álbum Somewhere in Time)
6. Can I Play with madness (do álbum Seventh Son of a Seventh Son)
7. Rime of the ancient mariner (do álbum Powerslave)
8. Powerslave (do álbum Powerslave)
9. The Number of the Beast (do álbum The Number of the Beast)
10. Heaven can wait (do álbum Somewhere in Time)
11. Fear of the Dark (do álbum Fear of the Dark)
12. Run to the Hills (do álbum The Number of the Beast)
13. Iron Maiden (do álbum Iron Maiden)
14. Moonchild (do álbum Seventh Son of a Seventh Son)
15. Clairvoyant (do álbum Seventh Son of a Seventh Son)
16. Hallowed be thy name (do álbum The Number of the Beast)

Montag, Februar 18, 2008

Emos são tão ruins assim?

Se forem comparados com manos, a resposta seria de imediato: não, nem um pouco. É bom deixar claro que esse que escreve não é e nem ouve as tais músicas. Mas, com tantos manos fazendo baderna por todos os lugares, eu não consigo entender por que existem pessoas que não gostam dos Emos. Eles são legais, ficam na deles, não fazem arruaça por aí. Ficam lá no Shopping Müeller, sem atormentar ninguém. Já os manos, experimente ir ao Parque ou ao ParkShopping Barigüi aos domingos pela tarde! Não possuo um pre-conceito desse povo justamente porque não me canso de vê-los sempre fazendo as mesmas coisas: falando em gírias horríveis, pixando tudo o que vêem pela frente, vandalizando o patrimônio que são de todos, inclusive deles também e achando isso o máximo. Pior ainda é o fato deles mexerem com quem está passando na rua, se achando no direito de incomodar e até mesmo ofender os outros. Isso é ridículo. Assim fica facil dizer que eles são a parcela excluída da sociedade. Vale lembrar que existem muitos playboys metidos a manos, e que gostam de fazer isso tudo que citei linhas acima devidos aos seus papais queridos realizarem todos os seus dejesos, inclusive de os proteger. Por isso, brincadeiras a parte, os Emos não estão na minha lista de inimigos; pelo contrario, o gênero deles descende do Rock' n' Roll (não do verdadeiro Rock' n 'Roll, mas daquilo que a mídia e o sistema chama de tal. Mesmo assim, é melhor que hip hop). Se são posers ou não, isso é um problema de cada um deles. Se eles não tem idéias próprias e não falam sobre problemas sociais e realidades, e que apenas comentam sobre cds e clipes musicais, e que tomaram vinho e ficaram bêbados na sexta-feira a noite, com certeza isso veio de alguém que não faz parte da tribo, e que não se sabe se é verdade ou não. Até porque, ressalto, eles são fechados. E se for assim, foda-se também! Lembre-se: Emos são incômodos para aqueles que os discriminam, por algum motivo; manos são incômodos para todos, exceto para eles mesmos que não se mancam de quão inconvenientes são.