Die Nacht öffnet ihren Schoß
Das Kind heißt Einsamkeit
Es ist kalt und regungslos
Ich weine leise in die Zeit
Ich weiß nicht wie du heißt
Doch ich weiß dass es dich gibt
Ich weiß dass irgendwann
irgendwer mich liebt
He comes to me every night
No words are left to say
With his hands around my neck
I close my eyes and pass away
I don't know who he is
In my dreams he does exist
His passion is a kiss
And I can not resist
Ich warte hier
Don't die before I do
Ich warte hier
Stirb nicht vor mir
I don't know who you are
I know that you exist
Stirb nicht
Sometimes love seems so far
Ich warte hier
Your love I can't dismiss
Ich warte hier
Alle Häuser sind verschneit
Und in den Fenstern Kerzenlicht
Dort liegen sie zu zweit
Und Ich warte nur auf dich
Ich warte hier
Don't die before I do
Ich warte hier
Stirb nicht vor mir
I don't know who you are
I know that you exist
Stirb nicht
Sometimes love seems so far
Ich warte hier
Your love I can't dismiss
Stirb nicht vor mir
Não morra antes de mim
A noite abre sua capa
O nome da criança é solidão
Está gelada e imóvel
Eu choro suavemente no tempo
Eu não sei qual é seu nome
Mas eu sei que você existe
Eu sei que qualquer dia
Alguém irá me amar
Ele vem a mim toda noite
Não há palavras por falar
Com suas mãos em torno do meu pescoço
Eu fecho meus olhos e faleço
Eu não sei quem ele é
Em meus sonhos ele existe
Sua paixão é um beijo
E eu não posso resistir
Eu espero aqui
Não morra antes de mim
Eu espero aqui
Não morra antes de mim
Eu não sei quem você é
Eu sei que você existe
Não morra
As vezes o amor parece tão distante
Eu espero aqui
O seu amor eu não posso rejeitar
Eu espero aqui
Todas as casas estão cobertas de neve
E luz de velas nas janelas
Eles repousam lá juntos
Eu apenas espero por você
Eu espero aqui
Não morra antes de mim
Eu espero aqui
Não morra antes de mim
Eu não sei quem você é
Eu sei que você existe
Não morra
As vezes o amor parece tão distante
Eu espero aqui
O seu amor eu não posso rejeitar
Não morra antes de mim
Freitag, Oktober 05, 2007
Donnerstag, Oktober 04, 2007
Pneus, meio ambiênte e preconceito
Francisco Simeão
Muitos falam e escrevem contra as importações de pneus remoldados, como se estes fossem diferentes de pneus novos, sem levar em conta que duram o mesmo e são tão seguros quanto. Ao mesmo tempo, tratam usados e remoldados como se fossem iguais, e não matéria-prima e novo produto, respectivamente.
Preconceito é assim: a pessoa é contra, mesmo não sabendo do que se trata. E atinge até especialistas em legislação antidumping. Na Guerra dos Pneus, parte da sociedade brasileira ainda se deixa levar por autointitulados ambientalistas que mantêm o preconceito contra os pneus usados importados. De má-fé, é sonegado à opinião pública o fato de que, ao usá-los como matéria-prima, os remoldados promovem a economia de 20 litros de petróleo que seriam necessários à fabricação de um pneu novo e de 40 litros no caso dos pneus de caminhonete.
Considerando ainda que para importar quatro pneus é obrigatório, previamente ao embarque no exterior, destinar de forma ambientalmente adequada cinco pneus inservíveis coletados no meio ambiente brasileiro, como podem essas importações serem nocivas ao País?
Os assim chamados ambientalistas contrários aos remoldados jamais reconhecem a verdadeira causa da Guerra dos Pneus: a disputa comercial pelo mercado consumidor brasileiro. As portentosas multinacionais fabricantes de pneus no Brasil - Goodyear, Bridgestone / Firestone, Michelin e Pirelli - não querem ceder à emergente indústria brasileira de remoldados o mercado em que até 15 anos atrás auferiam, com preços cartelizados, os maiores lucros do Planeta, nesse setor, ao mesmo tempo em que vendiam aqui pneus inferiores em qualidade aos que exportavam aos seus países de origem.
O fato é que a Guerra dos Pneus, além de beneficiar o consumidor brasileiro, deu ao País a posição de liderança e pioneirismo mundial na solução do problema do “lixo-pneu” que preocupa muito a Europa e a América do Norte, naturalmente, já que lá o volume de pneus é gigantesco. E essa solução foi iniciativa do setor de pneus remoldados, ao estabelecer na Resolução Conama 258/99 a chamada contrapartida ambiental, de coletar e destinar cinco pneus para cada quatro colocados no mercado nacional. E isso, para todo tipo de pneu: usado, novo, remoldado, importado ou fabricado no Brasil.
A falácia de que “o Brasil será transformado em lixeira do mundo” se desmoronou com a ação da Anip, a associação que congrega as multinacionais dos pneus, na Justiça Federal, requerendo (e conquistando) imunidade contra os ditames da Resolução 258/99, sob a alegação a de que não existem pneus velhos a serem coletados no Brasil. Só a empresa que presido recolheu mais de 12 milhões de pneus inservíveis, e continua a fazê-lo sem cessar no Paraná, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Minas Gerais.
Que os representantes das multinacionais mentem, não há a menor dúvida. Resta apenas que, diretamente ou por seus escritórios de advogados, esclareçam aos leitores se mentem quando alegam ser contra as importações de pneus usados em razão das “montanhas de pneus acumuladas no território brasileiro”, ou se o fazem quando afirmam não cumprir sua obrigação ambiental de coletá-los “porque eles não existem”.
Afinal, não é possível afirmar duas coisas diametralmente opostas e pretender que ambas sejam aceitas como verdade.
Francisco Simeão é presidente da Abip - Associação Brasileira da Indústria de Pneus Remoldados e da BS Colway Pneus.
Muitos falam e escrevem contra as importações de pneus remoldados, como se estes fossem diferentes de pneus novos, sem levar em conta que duram o mesmo e são tão seguros quanto. Ao mesmo tempo, tratam usados e remoldados como se fossem iguais, e não matéria-prima e novo produto, respectivamente.
Preconceito é assim: a pessoa é contra, mesmo não sabendo do que se trata. E atinge até especialistas em legislação antidumping. Na Guerra dos Pneus, parte da sociedade brasileira ainda se deixa levar por autointitulados ambientalistas que mantêm o preconceito contra os pneus usados importados. De má-fé, é sonegado à opinião pública o fato de que, ao usá-los como matéria-prima, os remoldados promovem a economia de 20 litros de petróleo que seriam necessários à fabricação de um pneu novo e de 40 litros no caso dos pneus de caminhonete.
Considerando ainda que para importar quatro pneus é obrigatório, previamente ao embarque no exterior, destinar de forma ambientalmente adequada cinco pneus inservíveis coletados no meio ambiente brasileiro, como podem essas importações serem nocivas ao País?
Os assim chamados ambientalistas contrários aos remoldados jamais reconhecem a verdadeira causa da Guerra dos Pneus: a disputa comercial pelo mercado consumidor brasileiro. As portentosas multinacionais fabricantes de pneus no Brasil - Goodyear, Bridgestone / Firestone, Michelin e Pirelli - não querem ceder à emergente indústria brasileira de remoldados o mercado em que até 15 anos atrás auferiam, com preços cartelizados, os maiores lucros do Planeta, nesse setor, ao mesmo tempo em que vendiam aqui pneus inferiores em qualidade aos que exportavam aos seus países de origem.
O fato é que a Guerra dos Pneus, além de beneficiar o consumidor brasileiro, deu ao País a posição de liderança e pioneirismo mundial na solução do problema do “lixo-pneu” que preocupa muito a Europa e a América do Norte, naturalmente, já que lá o volume de pneus é gigantesco. E essa solução foi iniciativa do setor de pneus remoldados, ao estabelecer na Resolução Conama 258/99 a chamada contrapartida ambiental, de coletar e destinar cinco pneus para cada quatro colocados no mercado nacional. E isso, para todo tipo de pneu: usado, novo, remoldado, importado ou fabricado no Brasil.
A falácia de que “o Brasil será transformado em lixeira do mundo” se desmoronou com a ação da Anip, a associação que congrega as multinacionais dos pneus, na Justiça Federal, requerendo (e conquistando) imunidade contra os ditames da Resolução 258/99, sob a alegação a de que não existem pneus velhos a serem coletados no Brasil. Só a empresa que presido recolheu mais de 12 milhões de pneus inservíveis, e continua a fazê-lo sem cessar no Paraná, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Minas Gerais.
Que os representantes das multinacionais mentem, não há a menor dúvida. Resta apenas que, diretamente ou por seus escritórios de advogados, esclareçam aos leitores se mentem quando alegam ser contra as importações de pneus usados em razão das “montanhas de pneus acumuladas no território brasileiro”, ou se o fazem quando afirmam não cumprir sua obrigação ambiental de coletá-los “porque eles não existem”.
Afinal, não é possível afirmar duas coisas diametralmente opostas e pretender que ambas sejam aceitas como verdade.
Francisco Simeão é presidente da Abip - Associação Brasileira da Indústria de Pneus Remoldados e da BS Colway Pneus.
Montag, Oktober 01, 2007
Dia do barrigudo - está chegando...!
Você, homem, que está cansado de lutar contra a balança, que se olha no espelho e vê aquela barriguinha, e inveja seu vizinho que gosta de andar peladão mostrando o abdômen bem definido, não fique triste. Lembre-se que o palhaço malhado ficou na academia por horas, lembre-se de quantas cervas ele evitou, guloseimas nem pensar, e tudo isto pra quê? Pra ficar na frente do espelho se achando o bonitão?
Chega de viadagem. O mundo inteiro sabe que quem gosta de homem bonito são os gays. Uma mulher quer homem inteligente, carinhoso, fofinho e, principaaaalmeeeeeente rico. Por isto está sendo lançado o Dia Internacional dos Barrigudos no dia 5 de dezembro.
Chega de consciência pesada após beber aquela cervejinha, comer aqueles petiscos. Vamos lotar os bares e restaurantes, vamos derrubar todas as cervas, coca-colas e caipirinhas. Comer aquela feijoada, aquela macaxeira com carne de sol, coxinhas e torresminho. Vamos detonar aquela picanha gorda e a lasanha 4 queijos, bem como o strogonoff da namorada!
Chegou a sua vez!
Salada o caralho!
O nosso lema: "mais vale um barrigudinho bom de cama do que um gostosão fracassado"
O nosso ídolo: "Homer Simpson"
O dia: 5 de dezembro, Dia Internacional dos Barrigudos.
Ao final do manifesto, as mulheres adoradoras dos barrigudinhos mandam um recado pro peladão saradão que malha 3 horas na academia diariamente: "enquanto você malha, sua namorada está tomando cerveja num motel, com um barrigudinho!"
Chega de viadagem. O mundo inteiro sabe que quem gosta de homem bonito são os gays. Uma mulher quer homem inteligente, carinhoso, fofinho e, principaaaalmeeeeeente rico. Por isto está sendo lançado o Dia Internacional dos Barrigudos no dia 5 de dezembro.
Chega de consciência pesada após beber aquela cervejinha, comer aqueles petiscos. Vamos lotar os bares e restaurantes, vamos derrubar todas as cervas, coca-colas e caipirinhas. Comer aquela feijoada, aquela macaxeira com carne de sol, coxinhas e torresminho. Vamos detonar aquela picanha gorda e a lasanha 4 queijos, bem como o strogonoff da namorada!
Chegou a sua vez!
Salada o caralho!
O nosso lema: "mais vale um barrigudinho bom de cama do que um gostosão fracassado"
O nosso ídolo: "Homer Simpson"
O dia: 5 de dezembro, Dia Internacional dos Barrigudos.
Ao final do manifesto, as mulheres adoradoras dos barrigudinhos mandam um recado pro peladão saradão que malha 3 horas na academia diariamente: "enquanto você malha, sua namorada está tomando cerveja num motel, com um barrigudinho!"
Montag, September 17, 2007
Teoria da economia do direito de punir - Michel Foucault
Teoria da economia do direito de punir - o verdadeiro objetivo da reforma, e isso desde suas formulações mais gerais, não é tanto fundar um novo direito de punir a partir de princípios mais eqüitativos; mais sim, estabelecer uma nova economia do poder de castigar, assegurando uma melhor distribuição dele, fazendo com que não fique concentrado demais em alguns pontos privilegiados. Consistia em penas menos cruéis, se preocupando com crimes reprodutivos, crendo na possibilidade de recuperação do criminoso. Portanto, segundo FOUCAULT, a conjuntura que viu nascer a reforma não é a de uma nova sensibilidade; mais a de outra política em relação às ilegalidades.Os princípios necessários para a mudança ser alcançada eram as seguintes: 1) Regra da quantidade mínima, que diz que se deve associar à idéia do crime uma desvantagem maior do que as vantagens com ele conseguidas. Com isso o crime não seria mais desejado; 2) Regra da idealidade suficiente, que versa que basta a representação da pena para que ela surta efeito, não se precisando “tocar” no corpo, mas apenas representar o corpo na punição; 3) Regra dos efeitos colaterais, segundo a qual a pena deve atingir mais a quem não cometeu o crime, de tal modo que esse pudesse ter certeza que o culpado não repetiria seu delito, bastaria convencer a população de que ele foi severamente punido; 4) Regra da certeza perfeita, em que a cada crime tem que haver uma certeza absoluta de que ele será punido, de tal forma que não se pense em uma possibilidade de se escapar à punição.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. 33° ed. Petrópolis: 2007; Vozes.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. 33° ed. Petrópolis: 2007; Vozes.
Montag, September 10, 2007
Helloween - Ganbling With The Devil
Esse é o título do novo álbum das aboboras germânicas, cuja capa você confere abaixo! Muita gente criticou, outros gostaram, mas boa ou ruim, eu compro cd por conteúdo e não por embalagem! Este, que será o 13° álbum de estudio do Helloween, tem previsão de lançamento para dia 31 de outubro (Halloween)! Deixe a sua opinião nos "kommentares".
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