Montag, November 05, 2007

O silêncio como declaração da vontade

“Qui tacet, consentire videtur”, quem cala, consente, não se aplica no direito. “Qui tacet, neque negat nom utique facetur”. Quem cala, não diz nada. Excepcionalmente, o silêncio pode corresponder a uma declaração de vontade, tratando-se do comportamento do destinatário e dos casos previstos em lei. Quando as circunstâncias ou usos o autorizarem, e não for necessária a declaração da vontade expressa, aplica-se o chamado silêncio circunstanciado. Exemplo: o silênco do herdeiro, naquelas circunstâncias faz presumir a aceitação da herança.

Art. 111 CC/2002. "O silêncio importa anuência, quando as circunstâncias ou os usos o autorizarem, e não for necessária a declaração de vontade expressa".

Art. 319 CC/2002. "O devedor que paga tem direito a quitação regular, e pode reter o pagamento, enquanto não lhe seja dada".

Art. 1.807 CC/2002: "O interessado em que o herdeiro declare se aceita, ou não, a herança, poderá, vinte dias após aberta a sucessão, requerer ao juiz prazo razoável, não maior de trinta dias, para, nele, se pronunciar o herdeiro, sob pena de se haver a herança por aceita".

AMARAL, Francisco. Elementos do negócio jurídico. In:__ Direito Civil. Introdução. Cap. Xii. [S.L.]: 2004. Renovar.

Dienstag, Oktober 23, 2007

Sueco ganha pensão do governo por ouvir Metal

Uma matéria de um jornal da Suécia relata que um sueco chamado Roger Tullgren, 42 anos de idade, foi considerado incapaz de trabalhar como uma pessoa "normal" após passar por uma análise psicológica, que determinou que o Governo lhe pague um benefício, no que seria uma espécie de "auxílio-doença", embora ele possa continuar trabalhando em condições especiais, mas recebendo um salário bem menor. Sua doença? Roger é simplesmente um apreciador incondicional de Heavy Metal. "Sou tão fanático que isto afetou meu desempenho profissional, a ponto de eu ter de sair de vários empregos", disse.

Tudo começou quando, em 1971, seu irmão mais velho lhe apresentou um disco do BLACK SABBATH. Daí em diante ele incorporou o gênero e até hoje usa cabelos longos, coleciona tatuagens, só veste roupas com motivos de caveiras e usa adereços com ossos, como pode ser visto neste vídeo (em sueco).

Após ser demitido no ano passado, em que Roger alega ter assistido trezentos shows e obviamente teve uma quantidade incontável de faltas, ele decidiu passar por um psicólogo que lhe recomendou uma saída: bastaria ele assinar um documento em que concorda que o seu modo "Heavy Metal" de viver se trata de uma disfunção, que lhe impede de exercer uma atividade profissional comum, e com isto ele passaria a ganhar uma espécie de "pensão" do governo.
O jornal conversou com um terapeuta ocupacional de Estocolmo, que admitiu ter achado muito estranho o ocorrido: "A não ser que exista um diagnóstico com base em exames mais profundos, é simplesmente inacreditável que ele tenha ganho o auxílio do governo com base nisto", acrescentando que quando alguém sofre de um distúrbio deve ser tratado, e não simplesmente encorajado a mantê-lo.

Roger hoje trabalha como lavador de pratos em um restaurante, onde tem liberdade de se vestir como bem entender, e até de ouvir seu amado Heavy Metal e bem alto. "Não tão alto quando há clientes", disse ele, que toca baixo e guitarra em duas bandas (uma delas, chamada SILVERLAND, está no MySpace).

"Alguns dizem que eu deveria 'crescer' e ouvir outros tipos de música, mas eu não posso. Heavy Metal é meu estilo de vida", finaliza Roger.

Dienstag, Oktober 16, 2007

Amoiginho...

Sempre que a noite chega, a solidão vem me falar de você. E a saudade penetra meu coração como um pouco de luar dentro de minha noite imensa. Vai deixando aos poucos seu toque magnífico de beleza e suavidade. Vai deitando prata nos recantos mais sombrios. Vai enfeitando de luz as flores mais singelas. Assim é a saudade. Consegue transformar em beleza a tristeza infinita do presente... porque traz para mim o encanto das horas do passado.

Traz o gosto perdido de beijos de amor... Traz o calor dos braços inesquecíveis... Traz o eco de suas palavras...

Agora estou só... E a saudade. Ela é a própria tristeza. Ah, e eu não sabia que a saudade doesse tanto... fico olhando para as estrelas e implorando que leve até você esta minha saudade, para que venha correndo para os meus braços...

Ah saudade...

Ela é a própria amargura... Ela é tudo que tenho. É meu único alento. Todo meu sol, todo meu luar... toda minha vida, meu amor... Mas bendita seja a saudade, pois, graças a ela, eu sinto sua presença...

TE AMO!!!!! MUITO MUITO MUITO!!! PRA SEMPRE!!!!

Dienstag, Oktober 09, 2007

Laboriel realiza workshop em Curitiba

Dia: 16/10, às 20h. Local: Shopping Estação. (Av. Sete de Setembro, 2775. Rebouças) Maiores informações: (41) 8446-0835 (Agenor) ou (41) 8413-5071 (Arnaldo) Ingresso: 2 kg de alimento não perecível. Retire os ingressos nas lojas Top Som, Barão Instrumental ou Canal da Música (www.canaldamusica.com.br).

Um dos baixistas com maior representatividade atualmente no mundo, o mexicano Abraham Laboriel, vem a Curitiba na próxima semana para realizar um workshop. O músico de 60 anos se consagrou ao longo da carreira enaltecendo o soul e o funk. A revista especializada, Guitar Player, o descreve como “o mais versátil baixista de nossos tempos”. Um dos grandes méritos de Laboriel foi trazer elementos do violino flamenco ao contrabaixo, emitindo um som ímpar do instrumento, o que lhe rendeu inúmeros trabalhos. Dentre eles, Dear Friends, Guidum (com participação do filho baterista) e Justo Almarino & Abraham Laboriel se destacam, além das inúmeras participações em composições com renomados artistas, como Stevie Wonder, Barbra Streisand, Al Jarreau, Chick Corea, Elton John, Ray Charles, Madonna, Paul Simon, Michael Jackson, Duran Duran e Julio Iglesias.